Uma das coisas mais difíceis de vivenciar em qualquer família é a perda de um ente querido. Compreendemos que a morte faz parte da nossa vida, do ciclo ao qual pertencemos, mas não tem como negar, que o adeus é algo assustador.  

Se como adultos, a vida além-túmulo é algo complicada de se aceitar ou compreender, imagina para as crianças?

Antes os pais partiam desta vida com o sentimento de missão cumprida, por deixar seus filhos criados e encaminhados para a realidade, mas e hoje? Infelizmente, presenciamos a cada dia, mais casos de crianças falecendo antes dos pais, saindo do que podemos dizer de “normal” para as antigas gerações. As causas são por doenças, por violência e acidentes, muitos inimagináveis para a família.

Na visão geral, hoje mais do que nunca é primordial vivermos intensamente cada dia, evitando conflitos corriqueiros que não beneficiam em nada em nossos relacionamentos, tanto familiares quanto com amigos.

É indicado trazer essa triste verdade na vida dos nossos filhos, para que possam compreender que os pais não são eternos e que precisam aceitar essa realidade da mesma maneira que valorizamos a vida. Não abordar essa questão em casa, chega a ser injusto com os filhos que não estão preparados com o possível adeus.

Independente da religião que a família adota, acreditando ou não na vida após a morte, é necessário fazer entender que não somos eternos.

Aborde esse tema num momento propício com a família de um jeito simples e claro.

Não que será fácil quando acontecer, porém, não haverá revolta com a vida, a dor estará presente e as lembranças acalmarão na despedida. Porque há muitos filhos que deixam de viver a vida, para viver a morte e suas lamentações e já em outros países a morte é comemorada para lembrar os ancestrais.

Pense nisso e viva intensamente.

 

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