Não nos sentimos contentes quando acontece aquela comparação básica entre você e um familiar ou colega de trabalho. Então imagina como uma criança se sente quando isso acontece?

Os pais muitas vezes tomam a comparação como uma atitude para melhorar um determinado comportamento dos filhos, usando o irmão, o amigo ou primo como exemplo, acreditando que é o meio ideal de incentivar a criança melhorar, mas isso na verdade só faz mal para ambas as partes, tanto a criança que está sendo comparada quanto a que está sendo usada como “exemplo”.

Um começa a se sentir inseguro pelo motivo de não ser bom o suficiente, criando uma angústia por não poder atingir as expectativas daqueles que se tem admiração (pais), acabando por buscar outras formas de impressionar essas pessoas; e por outro lado, aquele que é exemplo acaba se sentindo pressionado a perfeição, gerando uma cobrança pessoal em que não pode desapontar.

Assim, o que queremos pontuar é que as crianças na fase de desenvolvimento aprendem através da imitação e não da comparação, por isso a frase: “ O exemplo vem de casa”.

Todos nós temos que respeitar a nossa individualidade tanto no ser como pessoa quanto no tempo da aprendizagem, pois nem os gêmeos são tão gêmeos, não é!?

Portanto, diga sim as referências e não a comparação diminutiva.
Pense nisso!

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