Divórcio em famílias tradicionais não deveria existir, pois as tradições e comportamentos da época ensinavam que o casamento teria que ser “até que a morte vos separe’’. 

No entanto hoje, temos cada vez mais pessoas divorciadas, sendo que o último levantamento do IBGE no Brasil em 2017, o número de divórcio cresceu 75% em cinco anos. É um dado assustador para muitos, mas o que queremos focar, é que nessa fase da vida, temos que entender que o divórcio não significa a separação total quando se há filhos no relacionamento. É uma decisão delicada que precisa ser tomada com todas as precauções para não afetar o desenvolvimento dos filhos.

A separação, tanto para os pais quanto para os filhos não é fácil, mas como lidar com isso?

Primeiramente, os pais têm que ter a certeza dessa decisão, e conversar é o melhor caminho. Comunicar a separação a família e voltar atrás, pode gerar marcas nos envolvidos e resultar em culpados que não existem.

Assim, se o divórcio for o caminho escolhido, converse com seus filhos e procure ver a melhor forma de preencher o sentimento de perda que ocorrerá. 

Comunique os parentes, faça dessa decisão um processo saudável para que não ocorra a influência de terceiros que possam abalar os filhos.

Na maior parte dos acordos de divórcios a guarda fica com as mães, mas já é possível ter a guarda compartilhada. 

Nesse momento, observe os filhos e veja a melhor maneira de tratar o assunto, pois a criança não é um objeto para ser disputado. O importante é preservar o bem estar da criança, e afastar o medo das mudanças que estão em curso. 

O auxílio de uma psicóloga é muito bem vindo, nos casos de negação por parte dos filhos e a comunicação dos pais nesse quadro é muito importante, pois o educar ainda é uma responsabilidade dos dois.

Portanto, converse com seus filhos, sejam verdadeiros, os auxiliem nessa mudança e o mais importante, os filhos continuam mesmo que seja construída uma nova família.

Desse modo, crie vínculo entre os irmãos e irmãs, os deixando conviver e partilhar experiências e não mágoas geradas por histórias passadas.

Afinal, divórcios acontecem, mas a família permanece.

Pense nisso!

 

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